PANGARÉ RETORNA A FORTALEZA

O ultramaratonista Fernando Pangaré está de malas prontas para seu retorno a Fortaleza, após ter feito 3′26”41 na Maratona do Rio, no último dia 25 e ter permanecido, em férias parciais, na cidade, por duas semanas.
Foi um resultado bem diferente das 2′54 que havia feito, nessa mesma prova, todavia, em outro percurso, em 1991, em sua despedida do Rio de Janeiro, quando se traneferiu para a cidade de Fortaleza…
Fora o resultado belíssimo na mais bela maratona brasileira, Pangaré trouxe de São Paulo, onde esteve por três dias, uma conquista especial para a segunda etapa de sua Agenda de Compromissos Desportivos 2008.
Sobre isso, declarou o carioca - que, em outubro, completa 42 anos, 17 dos quais, na “Terra do Sol”:
” Foi extremamente gratificante melhorar meu tempo de 3′29”50, da Maratona do Rio do ano passado, quando eu estava bem mais veloz! Escolhi um tênis errado, porém, ainda assim, eu me superei e fiz uma prova convicta, sem altas e/ou baixos! Para melhorar a auto-estima, em São Paulo, junto à PLUNA, aerolínea do Uruguai, consegui confirmar novas ações conjuntas no segundo semestre que está começando! Agora, é retornar ao Ceará, manter a treinabilidade pesada que tenho mantido aqui no Rio (só fiquei sem correr um dia!) e aguardar os fatos vindouros! Sobre São José dos Campos, onde não tive êxito, tudo já passou e foi superado! Agradeço aos meus apoiadores fixos em Fortaleza e aos eventuais, que, na hora do ”pega-pra-capar”, sempre me dão uma mãozinha! Agradecer a Deus não seria demais, ademais! ”

*Nota do site fernandopangare.com.br

Pangaré se refere à Prefeitura de Fortaleza, Construtora Marquise, Expresso Guanabara e Fundação Beto Studart, seus apoiadores fixos.

E à Prefeitura de Acaraú, Gerardo Bastos Pneus, Natucôco e Centiser, seus eventuais aliados.

PANGARÉ DE VOLTA AO RIO DE JANEIRO

O ultramaratonista Fernando Pangaré, de férias no RJ, já está de volta à cidade, após rápida passagem pelo interior e capital paulista. Foram três dias de derrota e vitória!

Na cidade de São José dos Campos, derrota total! Nada do que alinhavou se confirmou! ” Deus sabe o que é melhor, moleque! ”

Já na capital, Pangaré retomou o contato com a PLUNA - Linhas Aéreas do Uruguai, na pessoa do Sr. Gonzalo Gilmet, que apoiara o ultramaratonista em dezembro e fevereiro últimos (Argentina e Chile).

Após importante almoço na Rua da Consolação, Pangaré conseguiu do homem-forte da PLUNA no Brasil a determinação e o compromisso de, no segundo semestre, definir uma (ou mais, a depender de outros elementos ora a serem ainda delineados) ação conjunta.

Foram postas a Argentina, o Uruguai ou um retorno à Espanha.

Sobre essa passagem por São Paulo, do Rio de Janeiro, ele declarou:

” Fiquei satisfeitíssimo com o contato com a PLUNA, com que, nesse ano, só fiz uma ação conjunta! Espero que uma ou mais ações conjuntas voltem a acontecer e, de preferência, com bases orçamentárias interessantes tanto para a mim quanto para a empresa uruguaia. Nesse instante, minha visão é concluir minha estada no Rio e retornar ao Ceará. Não vejo a hora de voltar a ver aquele lindo brilho do sol e retomar o convívio da família! A gente viaja porque é obrigado, porém, sempre fica um aperto no peito e uma saudade imensa “.

HAVIAM 1618 NA PROVA. ELE FOI O “251″

O ultramaratonista Fernando Pangaré marcou, nesse domingo, na Maratona Internacional do Rio de Janeiro, o tempo de 3′26”41, o que se configurou em sua melhor marca na prova pós 2003! Ele, que, nos 42.195 metros, possui 2′42”06 (Santos/1987), mesmo não tendo efetuado treinamento específico para a prova e tendo feito uma escolha equivocada do tênis a ser utilizado, conseguiu esse excelente resultado, que o deixou eufórico!

Ele, no dia seguinte, seguiu para São José dos Campos, onde teve uma grande decepção no seu intuito, fato esse que o fez, de imediato, já na terçla-feira, seguir para São paulo, de onde, nessa quinta-feira, 03, retornará ao Rio de Janeiro.

Somente na quarta-feira, 09, ele retornará a Fortaleza, após duas semanas fora, de férias escolares.

Sobre sua prova, sua passagem equivocada por São José dos Campos e, depois, São Paulo, declarou:

” A prova foi excelente. Fiz um trabalho agressivo do começo ao fim! Estou bastante satisfeito por ter melhorado 3 mins e 9 segs em relação ao ano anterior, quando estava com uma treinabilidade mais intensa e qualitativa, tendo em vista uma então maior disponibilidade temporal! Sobre minha passagem por São José dos Campos, foi uma estultície, uma estupidez, uma idiotice, uma falta de serenidade - resumindo, uma completa insensatez -, já que nada do que, lá, busquei, nada alcancei e ainda partí constrangido e bastante magoado da cidade! Poderia bem ter seguido a Direção de Deus! Já São Paulo me serve apenas como rápida visita a familiares. Anseio por meus pés de novo na ‘Terra de Iracema’, para abraçar minha família, bem como, aqueles que me amam e apóiam! Agradeço aos velhos apoiadores: Construtora Marquise, Fundação Beto Studart, Expresso Guanabara, Prefeitura de Fortaleza e de Acaraú e Natucôco. ”

Clique AQUI e veja o resultado da Maratona do Rio de Janeiro

FERNANDO PANGARÉ JÁ SE ENCONTRA NO RIO DE JANEIRO

O ultramaratonista Fernando Pangaré já se encontra no Rio de Janeiro, onde chegou na manhã dessa quarta-feira, para sua oitava participação na mais charmosa maratona do Brasil: a Maratona Internacional do Rio de Janeiro, que largará no Recreio dos Bandeirantes e chegará no Aterro do Flamengo, num percurso 100% litorâneo.

Trata-se de uma prova especialíssima para o ultramaratonista, uma vez que representou a sua despedida do Rio de Janeiro, em 1991, quando optou por viver no Ceará.

Ele fez dois belíssimos aprontos, na quarta e quinta-feira, na Cidade Universitária, Campus da UFRJ, e ficou felicíssimo. Um trabalho de 130 minutos na quarta-feira e, na quinta-feira, outro, de 90 minutos.

Nessa sexta-feira, ele pega o seu kit de competição, descansa no sábado e, no domingo… só alegria. Vamos ver se revive 2007, 3′29′50, já que reviver 1986, 3′05, ou 1991, 2′54, com certeza, seria um pouco mais improvável!

Diretamente do Rio de Janeiro, declarou Panga:

” É uma enorme satisfação correr minha oitava Maratona do Rio. É a prova que mais vezes eu corri, dentro e fora do Brasil. Voltar à minha terra natal, rever a família… Não tem preço! Felizmente, o clima feio dos dois últimos dias foi dissipado! Agora, é aguardar a manhã de domingo e colher o que foi plantado! Estou bastante otimista e confiante. Na segunda-feira, viajo para São Paulo, onde fico em tornos de uns três dias. Agradeço àqueles que tem me permitido treinar e competir! É minha décima prova num período de menos de cinco meses! Um milagre, se verificamos a situação do meu cotidiano na educação de Fortaleza. ”

Pangaré retorna ao Ceará no dia 9, após duas semanas no Rio, ao qual foi levado, tanto pela Maratona do Rio quanto por seu período de vacaciones parciales.

Pangaré é licenciado em Pedagogia pela UFRJ, tem 41 anos e corre desde os 13!

Assumiu a ultramaratona em 2002, estreiando na ” ULTRA 24 HORAS DE SALVADOR “, já com um sétimo lugar geral (149 kms) e, em 2005, completou 200 mil kms rodados.

Possui em seu largo currículo DOZE PROVAS DE 24 HORAS, 23 maratonas e incontáveis provas menores.

No triênio 1994/1997, sem êxito, tentou a sua inclusão no Guinnes Book Of the Records.

RIO DE JANEIRO MAIS UMA VEZ

Acontece nessa quarta-feira o embarque do carioca Fernando Pangaré para sua oitava participação na mais charmosa maratona do Brasil.

Trata-se da Maratona Internacional do Rio de Janeiro, que laragará, ás 8 hs da manhã, desse domingo, 29, e chegará no Aterro do Flamengo, totalizando 42195 metros de muita adrenalina e mar!!!

Ele, que usualmente não dispõe de muita flexibilidade em seu extenso calendário de competições, hoje muito mais voltado e focado para as ultramaratonas internacionais, até aqui, em 2008, correu três vezes no Ceará, o que se configura em uma espécie de recorde pessoal.
Ele, que tem 41 anos e é professor concursado do Centro Educação de Jovens em Adultos, em Messejana, licenciado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e pós-graduado pela Universidade Vale do Acaraú, também atua na Rede Municipal de Ensino, estando atualmente à disposição da Secretaria de Esporte e Lazer.

Nascido na Tijuca e criado em Ramos, no Rio de Janeiro, desde 1991 no Ceará, ele é casado, pai de três filhos e possui, em seu extenso currículo, excetuando-se o bicampeonato universitários dos 5000 metros rasos, em 1988, na Iha do Fundão – RJ, algumas vitórias em solo cearense: Maracanaú e Campos Sales – 1993 * Acaraú – 1994.

Com mais de 200 mil kms rodados em uma carreira que começou em um evento casual da Fundação Roberto Marinho, em 1980, no subúrbio de Deodoro, ele embarca para a ” sua cidade ” confiante em fechar com chave de ouro – o que, hoje, para ele, humildemente, seria correr na casa das 3 hs e 20 mins - uma temporada que apresentou, jpá em seu começo, uma expressiva oitava colocação geral no Chile, Na Cordilheira dos Andes, da ULTRAMARATÓN FULL RUNNER 92 KMS DO VALE NEVADO!

Posteriormente, em maio, obteve a vigésima sétima colocação no CHALLENGE ULTRAFONDO 24 HORAS TORREJÓN DE ARDOZ, em Madri, Espanha.

O cartel do ultramaratonista apresenta os seguintes elementos:

0′34′20 nos 10 kms * 1′18 na meia maratona * 2′42′06 na maratona * 4′16′41 nos 50 kms e 161.482 metros na ultramaratona 24 horas.

Sua última prova ocorreu, ontem à tarde, em Baturite, na Corrida de São João, prova de 9,6 kms, que ele percorreu em 41′14.

Sobre a prova de sábado, ele foi lacônico:

“No próximo domingo, na Maratona do Rio, completo três finais de semana consecutivamente competindo. Se eu estivesse treinando focado num prova de 24 horas, ccertamente não poderia partir para isso. Como só volto a corre ultramaratona em outubro, na Argentina, eu posso me permitir uma modificação tatica, com uma eventual inclusão de provas menores e mais rápidas, que me servirão para tentar superar a lentidão profunda que as largas quilometragens me tê proporcionado!

Agradeço à Construtora Marquise, Fundação Beto Studart, Expresso Guanabara e Prefeitura de Fortaleza, por estarem ao meu lado! E aproveito o ensejo para as minhas homenagens póstumas ao nosso governo estadual, que teima em permanecer inerte, néscio e aburrido e engessado diante da minha trajetória. Como no ano passado, lá no Rio, eu meti 3′29′50, estando um pouco mais veloz – reconheço -, se, agora, rodo nessa mesma casa, ficarei satisfeito demais, pois a minha praia não é mais os 42.195 metros, distância, a rigor, que iniciei fazendo lá mesmo no Rio, em 1985, quando era militar da Marinha do Brasil, com o tempo de 3′33”34. Sou grato a Deus que me permitiu, nessa primeira etapa, a despeito da insensibilidade citada atrás, fazer uma prova a cada quinze dias, média hoje nem de longe acompanhada no pedestrianismo local, mesmo por atletas que, justamente ou não não definiríamos, hoje, acessam ao Bolsa Atleta”

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