Acontece nessa quarta-feira o embarque do carioca Fernando Pangaré para sua oitava participação na mais charmosa maratona do Brasil.
Trata-se da Maratona Internacional do Rio de Janeiro, que laragará, ás 8 hs da manhã, desse domingo, 29, e chegará no Aterro do Flamengo, totalizando 42195 metros de muita adrenalina e mar!!!
Ele, que usualmente não dispõe de muita flexibilidade em seu extenso calendário de competições, hoje muito mais voltado e focado para as ultramaratonas internacionais, até aqui, em 2008, correu três vezes no Ceará, o que se configura em uma espécie de recorde pessoal.
Ele, que tem 41 anos e é professor concursado do Centro Educação de Jovens em Adultos, em Messejana, licenciado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e pós-graduado pela Universidade Vale do Acaraú, também atua na Rede Municipal de Ensino, estando atualmente à disposição da Secretaria de Esporte e Lazer.
Nascido na Tijuca e criado em Ramos, no Rio de Janeiro, desde 1991 no Ceará, ele é casado, pai de três filhos e possui, em seu extenso currículo, excetuando-se o bicampeonato universitários dos 5000 metros rasos, em 1988, na Iha do Fundão – RJ, algumas vitórias em solo cearense: Maracanaú e Campos Sales – 1993 * Acaraú – 1994.
Com mais de 200 mil kms rodados em uma carreira que começou em um evento casual da Fundação Roberto Marinho, em 1980, no subúrbio de Deodoro, ele embarca para a ” sua cidade ” confiante em fechar com chave de ouro – o que, hoje, para ele, humildemente, seria correr na casa das 3 hs e 20 mins - uma temporada que apresentou, jpá em seu começo, uma expressiva oitava colocação geral no Chile, Na Cordilheira dos Andes, da ULTRAMARATÓN FULL RUNNER 92 KMS DO VALE NEVADO!
Posteriormente, em maio, obteve a vigésima sétima colocação no CHALLENGE ULTRAFONDO 24 HORAS TORREJÓN DE ARDOZ, em Madri, Espanha.
O cartel do ultramaratonista apresenta os seguintes elementos:
0′34′20 nos 10 kms * 1′18 na meia maratona * 2′42′06 na maratona * 4′16′41 nos 50 kms e 161.482 metros na ultramaratona 24 horas.
Sua última prova ocorreu, ontem à tarde, em Baturite, na Corrida de São João, prova de 9,6 kms, que ele percorreu em 41′14.
Sobre a prova de sábado, ele foi lacônico:
“No próximo domingo, na Maratona do Rio, completo três finais de semana consecutivamente competindo. Se eu estivesse treinando focado num prova de 24 horas, ccertamente não poderia partir para isso. Como só volto a corre ultramaratona em outubro, na Argentina, eu posso me permitir uma modificação tatica, com uma eventual inclusão de provas menores e mais rápidas, que me servirão para tentar superar a lentidão profunda que as largas quilometragens me tê proporcionado!
Agradeço à Construtora Marquise, Fundação Beto Studart, Expresso Guanabara e Prefeitura de Fortaleza, por estarem ao meu lado! E aproveito o ensejo para as minhas homenagens póstumas ao nosso governo estadual, que teima em permanecer inerte, néscio e aburrido e engessado diante da minha trajetória. Como no ano passado, lá no Rio, eu meti 3′29′50, estando um pouco mais veloz – reconheço -, se, agora, rodo nessa mesma casa, ficarei satisfeito demais, pois a minha praia não é mais os 42.195 metros, distância, a rigor, que iniciei fazendo lá mesmo no Rio, em 1985, quando era militar da Marinha do Brasil, com o tempo de 3′33”34. Sou grato a Deus que me permitiu, nessa primeira etapa, a despeito da insensibilidade citada atrás, fazer uma prova a cada quinze dias, média hoje nem de longe acompanhada no pedestrianismo local, mesmo por atletas que, justamente ou não não definiríamos, hoje, acessam ao Bolsa Atleta”